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  1. Almada Negreiros – Wikipédia, a enciclopédia livre

    pt.wikipedia.org › wiki › Almada_Negreiros

    Biografia. Almada Negreiros nasceu na Roça da Saudade, freguesia da Trindade, São Tomé e Príncipe, a 7 de Abril de 1893.Foi o primeiro filho de António Lobo de Almada Negreiros, tenente de cavalaria natural de Aljustrel, administrador do Concelho de São Tomé, e de sua mulher Elvira Sobral de Almada Negreiros, uma mestiça com fortuna paterna natural dessa ilha e que morreu em 1896.

    • Artes Plásticas / Literatura
    • português
  2. António Lobo de Almada Negreiros – Wikipédia, a enciclopédia ...

    pt.wikipedia.org › wiki › António_Lobo_de_Almada
    • Família
    • Biografia
    • Casamento E Descendência

    Filho de Pedro de Almada Pereira e de sua mulher Margarida Francisca Camacho de Negreiros ou Lobo Bravo de Negreiros.[2]

    Funcionário Público, Colonialista e Jornalista, viveu na Ilha de São Tomé, em São Tomé e Príncipe, onde desempenhou as funções de Administrador do Concelho, e, já viúvo, estabeleceu-se em Paris, deixando os filhos António e José ao cuidado dos Jesuítas no Colégio de Campolide, onde participou na organização da Exposição Universal de Paris de 1900, que teve a seu cargo, bem como os serviços de propaganda Republicana em França após 1910, e foi Vice-Cônsul de Portugal, etc.[3] Tenente de Cavalaria, colaborou em diversos jornais e foi redactor e fundador doutros.[3] Deixou publicados vários livros sobre as colónias portuguesas.[3] Iniciado na Maçonaria em data desconhecida e em Loja desconhecida, pertenceu à Loja Thélème, de Paris, afecta ao Grande Oriente de França, desconhecendo-se igualmente o seu nome simbólico.[3]

    Casou na Ilha de São Tomé, Distrito de Água Grande, São Tomé, Conceição, a 30 de Abril de 1892 com Elvira Freire Sobral (São Tomé, Distrito de Mé-Zóchi, Trindade, Roça Saudade[4] - Ilha de São Tomé, 29 de Dezembro de 1896), filha mais velha e natural reconhecida e criada por seu pai José António Freire Sobral e Leopoldina Amélia de Azevedo, que morreu no parto da e com a sua filha. Estudou em Coimbra, no Colégio das Religiosas Ursulinas, onde ganhou fama de hábil desenhadora. O seu meio-irmão Joaquim Freire Sobral também foi artista e pintor. Eles tiveram, para além da filha, dois filhos, José Sobral de Almada Negreiros (n. 1893) e António Sobral de Almada Negreiros (n. 1895), Tenente e Cavaleiro da Ordem Militar de Avis(19 de Novembro de 1931).

  3. Almada-Negreiros, Vivo, Hoje – Wikipédia, a enciclopédia livre

    pt.wikipedia.org › wiki › Almada-Negreiros,_Vivo,_Hoje
    • Sinopse
    • Produção
    • Distribuição
    • Premiações
    • Ver também

    Aos 77 anos, Almada Negreiros revela o seu espírito aberto e subversivo associado à imensa criatividade. É retratado num passeio no campo. O realizador, Natália Correia e David Mourão-Ferreira entrevistam o artista no seu atelier e junto de algumas das suas obras, discutindo a sua relação com as suas anteriores obras poéticas e filosóficas.[4] O artista afirma "Não há senão arte total" na sua interpretação da arte não-mimética da Vanguarda como modo mimético superior.[5] Macedo filma os vitrais da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, os painéis da Fundação Calouste Gulbenkian e da Gare Marítima da autoria de Almada.[6] O filme é dividido em 7 secções intituladas: 1. Conhecer; 2. "... poeta d'Orpheu, Futuristae Tudo"; 3. Os trabalhos e os números; 4. Linha, movimento e cor; 5. Do ódio e do amor;[7] 6. Almada-Negreiros, vivo, hoje; 7. "... poeta d'Orpheu, Futurista e Tudo".[8]

    Almada Negreiros: Vivo, Hoje é uma produção de Portugal, rodada em 35mm.[10] A curta-metragem mistura influências do cinema experimental, de ensaio e biográfico.[11] O filme foi realizado um ano antes da morte de Almada Negreiros, aos 77 anos que, através do recurso à entrevista.[6] Com esta obra, António de Macedo pretendia contrariar as práticas nacionais de ocultação daqueles que se destacam. O realizador considerava comum em Portugal não só o não-reconhecimento do talento, mas uma tentativa constante de tornar os artistas invisíveis.[12] Assim, com a curta-metragem, Macedo procura demonstrar o vasto espectro da arte de Almada, que além da literatura e da pintura a óleo, desenvolveu composições coreográficas para ballet, trabalhou em tapeçaria, gravura, muralismo, caricatura, mosaico, azulejo e vitral.[13]

    Almada Negreiros: Vivo, Hoje estreou a 24 de outubro de 1969 no Cinema Império (Lisboa).[3] Foi exibido em 1970 na mostra da Semana Internacional de Cine de Valladolid.[14] A 14 de novembro de 2013, a curta-metragem foi projetada numa sessão seguida de debate organizada pela Cinemateca Portuguesa, alusiva ao 120º aniversário de Almada Negreiros.[15][16]

    Em 1970, a curta-metragem recebeu o Prémio do Cinema Nacional "Aurélio da Paz dos Reis", uma premiação anual atribuída pelo Secretariado Nacional da Informação que António de Macedo recusou em oposição ao regime de propaganda política do Estado Novo.[17] No mesmo ano, Almada Negreiros: Vivo, Hoje foi laureado com o Prémio Espiga de Oro de melhor curta-metragem no Festival Internacional de Cine de Valladolid.[14]

  4. José de Almada Negreiros - Wikipedia

    en.wikipedia.org › wiki › Almada_Negreiros

    José Sobral de Almada Negreiros (7 April 1893 – 15 June 1970) was a Portuguese artist. He was born in the colony of Portuguese São Tomé and Príncipe, the son of a Portuguese father, António Lobo de Almada Negreiros, and a Santomean mother, Elvira Freire Sobral.

    • Painter, writer
    • 15 July 1970, Hospital de São Luís dos Franceses, Lisbon
  5. Almada Negreiros - Wikipedia, a enciclopedia libre

    gl.wikipedia.org › wiki › Almada_Negreiros
    • Traxectoria
    • Proxección
    • Exposicións Retrospectivas
    • Algunhas Obras
    • Véxase tamén

    Almada Negreiros naceu na Roça da Saudade, freguesía da Trindade, São Tomé e Príncipe, o 7 de abril de 1893. Foi o primeiro fillo de António Lobo de Almada Negreiros, tenente de cabalaría natural de Aljustrel, administrador do Concello de São Tomé, e da súa muller Elvira Sobral de Almada Negreiros, unha mestiza con fortuna paterna natural desa illa e que morreu en 1896. Os primeiros anos da súa infancia pasounos en São Tomé. En 1900 o seu pai foi nomeado encarregado do Pabillón das Colonias na Exposición Universal de Paris; Almada e o seu irmán António foron internados no Colexio Xesuíta de Campolide, Lisboa, onde estarán ata 1910, despois de que en outubro 1910 coa revolución republicana a escola foi pechada e Almada entrou na Escola Internacional, tamén en Lisboa. En 1913 tivo a súa primeira exposición individual, mostrando 90 debuxos. En 1915, xunto con Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, publicou poemas e textos no Orpheu revista artística, que introduciu a arte e literatura...

    Almada Negreiros é unha figura destacada no panorama artístico portugués do século XX. Esencialmente autodidacta (non frecuentou ningunha escola de ensino artístico), a súa precocidade levouno a dedicarse desde moi mozo ao deseño de humor. Mais a notoriedade que adquiriu no inicio de carreira préndese por enriba de todo coa escrita, interventiva ou literaria. Almada tivo un papel particularmente activo na primeira vangarda modernista, con importante contribución para a dinámica do grupo ligado á Revista Orpheu, sendo a súa acción determinante para que esa publicación non se restrinxise á área das letras. Aguerrido, polémico, asumiu un papel central na dinámica do futurismo en Portugal: "Se á introversión de Fernando Pessoa se debe o heroísmo da realización solitaria da gran obra que hoxe se recoñece, ao activismo de Almada débese a vibración espectacular do «futurismo» portugués e doutras oportunas intervencións públicas, en que era preciso dar a cara".[1] Mais a intervención públic...

    Almada – Trinta Anos de Desenho, SPN, Lisboa, xuño de 1941.
    Almada – a cena do corpo, Centro Cultural de Belém, Lisboa, 27 de outubro de 1993 a 15 de xaneiro de 1994.
    1915 | Frisos, Orpheu vol. 1, pp. 51–59 (prosas) | A Cena do Ódio (poesia) | A Engomadeira (novela) | O Sonho da Rosa (bailado, realización) | Manifesto Anti-Dantas e Por Extenso
    1916 | Manifesto em apoio a 1.ª exposição de Amadeo de Souza Cardoso - Liga Naval de Lisboa | Litoral (poesía) | Mima Fataxa Sinfonia Cosmopolita (narración) | Saltimbancos(narración).
    1917 | Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas do Século XX (conferencia, publicada na revista Portugal Futurista) | K4, O Quadrado Azul(novela)
    1918 | O Jardim da Pierrette(bailado)

    Ligazóns externas

    1. Obras de José de Almada Negreiros no Projecto Gutenberg 2. A Cena do Ódio(poema) 3. Manifesto Anti-Dantas e Por Extenso 4. Canção da Saudade(poema) 5. Entrevista no Programa Zip-Zip en 1969 6. Almada Negreiros - Vidas Lusófonas

  6. Jose de Almada-Negreiros - 33 artworks - painting

    www.wikiart.org › en › jose-de-almada-negreiros

    José Sobral de Almada Negreiros (April 7, 1893 – June 15, 1970) was a Portuguese artist. He was born in the colony of Portuguese São Tomé and Príncipe, the son of a Portuguese father, António Lobo de Almada Negreiros, and a Santomean mother, Elvira Freire Sobral.

  7. Portugal Futurista – Wikipédia, a enciclopédia livre

    pt.wikipedia.org › wiki › Portugal_Futurista

    Tendo como director o futurista algarvio Carlos Filipe Porfírio (1895-1970), a revista pretendia ser a voz impressa do Futurismo em Portugal. [1] O primeiro e único número da revista foi apreendido pela polícia pouco depois de posto à venda, na sequência de uma denúncia da "linguagem despejada" do texto "Saltimbancos", de Almada Negreiros.

  8. Futurismo em Portugal – Wikipédia, a enciclopédia livre

    pt.wikipedia.org › wiki › Futurismo_em_Portugal
    • Primeiras Manifestações
    • Guilherme de Santa-Rita
    • Revista Orpheu
    • I Conferência Futurista
    • Revista "Portugal Futurista"
    • Ver também
    • Ligações Externas

    Em 1908, poucas semanas depois do Manifesto Futurista de Marinetti ser publicado no Le Figaro, o jornal Diário dos Açores anuncia a eclosão do movimento Futurista, publicando o manifesto de Marinettie uma entrevista do poeta, publicação que passou totalmente despercebida. Em Março de 1912 Aquilino Ribeiro, numa crónica parisiense anuncia na revista Illustração Portugueza o sucesso obtido pelos pintores italianos em Paris. O texto foi ilustrado com oito reproduções de Boccioni, Severini e Russolo. Estes primeiros anúncios nenhuma repercussão tiveram nos pintores de então. No domínio da literatura Sá-Carneiro, em Paris e Fernando Pessoa - Álvaro de Campos, em Lisboa, compuseram textos com influências marcadamente futuristas.

    Guilherme de Santa-Rita, em 1912 era bolseiro de Belas-Artes em Paris (posição que perdeu em Setembro de 1912, devido às suas ideias monárquicas, em conflito com o embaixador republicano João Chagas), com apenas 23 anos de idade, viu a exposição dos futuristas italianos e aderiu ao movimento. Sá-Carneiro escrevia sobre o pintor de Paris de 1912 a 1915, a Fernando Pessoa, classificando-o como "imperialista", "ultramonárquico" e "vaidoso". Na narrativa A Confissão de Lúcio, publicada em 1914, Sá-Carneiro inspirou-se no pintor para criar a personagem Gervásio Vila-Nova. Em Setembro de 1914, Santa-Rita regressa a Lisboa, propondo-se editar, com procuração do autor, os manifestos de Marinetti. Talvez por isso tenha proposto a Fernando Pessoa, em setembro de 1915, publicar o terceiro número da revista Orpheu, o que o escritor recusou.[1] A recusa de Pessoa e Sá-Carneiro em ceder o título a Santa-Rita resultou na publicação, dois anos mais tarde, da revista Portugal Futurista. Em Lisboa Sa...

    No segundo número (e último publicado) da Revista Orpheu, publicado em Junho de 1915, aparecem vários trabalhos futuristas de artistas portugueses. O poema "Ode Marítima" de Fernando Pessoa, publicado na revista, mereceu de Sá-Carneiro a apreciação de "Obra Prima do Futurismo". Na revista aparecem também reproduções de quatro trabalhos de Santa-Rita Pintor.

    Em Abril de 1917, foi a apresentação do futurismo ao povo português, numa sessão realizada às cinco da tarde no Teatro República (hoje São Luiz). Intitulada "I Conferência Futurista", sob a responsabilidade de Almada Negreiros.[3] A sessão foi constituída por três partes ou três leituras: O "Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas do Século XX", de Almada,[4] o "Manifesto Futurista da Luxúria" da belga Valentine de Saint-Point, texto de 1913,[5] e "Music-Hall" e "Tuons le Clair de Lune", dois textos de Marinetti, de 1913 e 1909.[6] A sala esteve meio vazia, destacando-se Santa-Rita numa frisa, animando e ordenando o espectáculo.[6]

    Em Novembro de 1917 foi lançada a revista Portugal Futurista, da qual só saiu um número, que foi apreendido à porta da tipografia por ordem do governo interinamente chefiado pelo ministro da Guerra, general Norton de Matos, nas vésperas da revolução que instauraria a ditadura de Sidónio Pais.[7] A revista foi da responsabilidade de Santa-Rita Pintor, que não escreveu directamente, mas aparecia logo na abertura num grande retrato fotográfico seu com a legenda "Santa Rita Pintor, o grande inciador do Movimento Futurista em Portugal",[2] acompanhado de quatro reproduções de obras suas e artigos a elogiar o seu trabalho de José Rebelo de Bettencourt e Raul Leal(este escrito em francês).

  9. almada negreiros em portugues - Yahoo Search Results

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    José Sobral de Almada Negreiros GOSE (Trindade, São Tomé e Príncipe, 7 de Abril de 1893 — Lisboa, 15 de Junho de 1970) foi um artista multidisciplinar português que se dedicou fundamentalmente às artes plásticas (desenho, pintura, etc.) e à escrita (romance, poesia, ensaio, dramaturgia), ocupando uma posição central na primeira geração de modernistas portugueses.

  10. almada negreiros - Yahoo Search Results

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    José Sobral de Almada-Negreiros was a Portuguese painter and writer, born in the then colony of São Tomé e Príncipe. Besides literature and painting, Almada composed ballet choreographies, and worked on tapestry, engraving, murals, caricature, mosaic, azulejo and stained glass.

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