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  1. O lince continua a necessitar dos coelhos para a maioria da sua dieta, 75%, mesmo depois de a sua presa favorita ter sido dizimada por duas doenças: a mixomatose, que se espalhou para a Península Ibérica depois de um médico a ter introduzido intencionalmente em França em 1952, e a doença hemorrágica dos coelhos que começou em 1988.

  2. Em Portugal e Espanha está representado pela subespécie (Lynx lynx pardallus), designada lince mediterrânico ou ibérico. Os linces são felinos de dimensões um pouco maiores que o gato doméstico , podendo pesar até 30kg, encontrando-se em geral entre os 12kg e 20kg, e tem um comprimento que oscila geralmente entre os 80 e 110 centímetros.

    • Distribución Xeográfica
    • Alimentación
    • Costumes
    • Reprodución
    • Véxase tamén

    Até o século XIX, o lince ibérico atopábase distribuído por toda a península ibérica, agás ao longo dunha estreita faixa no norte e noroeste peninsular.[4] O rexistro fósil indica unha distribución máis ampla do lince ibérico na fin do Plistoceno, abranguendo unha superficie de preto de 650 000 km² que se prolongaba até o sur de Francia.[4] Por volta de 1950, a súa distribuición dividiuse en dúas poboacións; unha no norte dende Galiza e partes do norte de Portugal até o mar Mediterráneo, e a poboación meridional, repartida en varias zonas de España.[4][5] Estímase que entre 1960 e 1990 houbo unha regresión de preto do 80% na área de distribución e é unha tendencia que se mantén tamén hoxe en día. Na década de 1980, a especie presentaba unha distribución localizada na zona central e suroeste da península ibérica, con preto de 11 000 km².[4][6] Actualmente, a distribución do lince está restrinxida en dúas áreas da península onde se atopan poboacións reprodutoras: o Parque Nacional de...

    Caza á primeira hora da mañá e á última da tarde. Localiza a presa coa vista e o oído. Agóchase entre os matos, achégase coidadosamente á presa e posteriormente arrebólase sobre ela cun chimpo curto e rápido, para despois apresala coas garras ou mordela no colo producindo o esmagamento do cranio e unha luxación das vertebras. Tras a caza, os linces desprázanse a un lugar tranquilo e oculto onde comezan a devorala pola cabeza e non consumindo nin o estómago nin os intestinos. No verán, ademais de coellos e lebres (a súa comida principal) aliméntase de aves e pequenos mamíferos. Mentres que no inverno, de cervatos e muflóns e mesmo corzos, gatos monteses, lontras e raposos.

    Adoita vivir de maneira solitaria e nómade e a súa época máis sociable é a do celo, que comprende desde finais de decembro a mediados de febreiro, na que crea parellas ata que a femia queda embarazada. Os partos teñen lugar en primavera e as camadas non son moi numerosas (normalmente 3 crías). As crías permanecen sobre medio ano cabo da nai e ao ano de idade deixan de vivir no territoriomaternal. As femias poden criar no seu primeiro inverno, pero a época da primeira reprodución pode variar por factores demográficos e ambientais. Nunha poboación de gran densidade como a de Doñana, a idade da primeira reprodución depende de cando unha femia adquire un territorio. Isto ocorre normalmente debido á morte ou a expulsión dun residente.

    O lince ibérico é un animal que vive só durante a maior parte do ano, polo que só mantén o contacto cos outros individuos da súa especie na época de celo que dura dous meses, na estación de inverno (xaneiro e febreiro). Nesta época os machos, cando xa está ben entrada a tarde, comezan a emitir unha serie de sons para atraer ás femias; cando o macho xa seduciu a femia constrúen as tobeiras, que habitualmente están situadas en lugares protexidos e escondidos e onde despois a femia dará a luz e coidará aos seus cachorros despois de máis de dous meses de xestación. Xeralmente os linces femia acostuman parir entre dous e tres cachorros entre os meses de abril e marzo. A nai é a que acostuma quedar ao cargo das crías, e estas quedarán a vivir na mesma zona que ocupa a nai ata que cumpran o ano, despois do cal acostuman ocupar outra zona dun territorio próximo.

    Bibliografía

    1. Barea, J. M. e Ballesteros, E. 1999. Carnívoros ibéricos. Colegio Oficial de Biólogos de Andalucía. 2. Cabrera, Ángel. 1914. Fauna ibérica. Mamíferos. Museo Nacional de Ciencias Naturales. 3. Castell, A. e Mayo, M. 1993. Guía de los mamíferos en libertad de España y Portugal. Ed. Pirámide. 4. David Whyte Macdonald, Andrew J. Loveridge (2010). "Iberian lynx: the uncertain future of a critically endangered cat". Biology and conservation of wild felids. Oxford University Press [S.l.] p. 762....

    Ligazóns externas

    1. Ficha do lince ibérico no Naturlink (Portugal) (en portugués) 2. SOS Lynx.org 3. Páxina da especie na Lista Vermella da UICN (en inglés) 4. WCMC Species Sheets (en inglés) 5. Animal Diversity Web (en inglés) 6. IUCN Cat Specialist Group (en inglés) 7. Animal Info (en inglés) 8. Lince ibérico (en castelán) 9. Ficha do lince ibérico no Naturdata (Portugal) (en portugués) 10. Liga para a protección da natureza: Programa Lince 11. ProjectoLynx.com

  3. en.wikipedia.org › wiki › Iberian_lynxIberian lynx - Wikipedia

    In Portugal the Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico (CNRLI) established a breeding center near Silves, Portugal. [66] [67] and has since nurtured 122 individuals all born in the breeding center, of which 89 survived. 73 of them were reintroduced in the wild.

    • Taxonomia
    • Características Físicas
    • Comportamento
    • Distribuição E Habitat
    • Ecologia
    • Conservação
    • Na Mitologia
    • Ligações Externas

    O lince-pardo foi descrito por Johann Christian Daniel von Schreber, em 1777, inicialmente no gênero Felis.[4] A classificação da espécie como Lynx rufus foi debatida como parte de uma questão mais ampla: se as quatro espécies de Lynx deveriam possuir seu próprio gênero ou ser classificadas como um subgênero de Felis, fazendo dela Felis rufus.[5][6] O gênero Lynx é aceito atualmente e o lince-pardo é referido como Lynx rufusnas fontes taxonômicas. Johnson et al. reportou que Lynx compartilha o clado com as linhagens do puma, dos Prionailurus e do gato doméstico, cerca 7,5 milhões de anos atrás, quando a linhagem do gênero Lynx passou a evoluir independentemente das desses felinos.[7] Dentro do gênero, L. rufus foi a primeira espécie a divergir, cerca de 3,24 milhões de anos atrás.[7] Acredita-se que o Lynx rufus tenha se desenvolvido a partir dos linces-euroasiáticos (Lynx lynx), que chegaram à América do Norte pela Ponte Terrestre de Bering durante o Pleistoceno, há aproximadamente...

    O lince-pardo é fisicamente semelhante às outras espécies de Lynx, mas é em média o menor entre as quatro. Sua pele é variável, embora geralmente entre castanho e marrom acinzentado, com faixas pretas no corpo e partes escurecidas nas patas e cauda. Ele tem uma cor base cinza, amarelada ou vermelho-amarronzada no seu rosto, lados e costas.[11] Sua coloração manchada funciona como camuflagem. As orelhas são pontiagudas e escuras nas pontas, com pequenos tufos. Em geral há uma cor esbranquiçada nos lábios, queixo e partes inferiores. Os lince-vermelhos das regiões desertas no sul possuem as peles de cores mais claras, enquanto os do norte, de áreas arborizadas, são mais escuros. Os filhotes já nascem peludos e com manchas.[12] A face aparenta ser vasta devido aos rufos de pelo que possuem abaixo das orelhas. Seus olhos são amarelos com pupilas pretas. As pupilas são arrodeadas por círculos negros e ficam totalmente dilatadas durante o período noturno para maximizar a recepção de luz.[...

    É um animal crepuscular. Ele se coloca em movimento a partir de três horas antes do pôr do sol e continua até perto da meia-noite, e então novamente antes do amanhecer até três horas depois do nascer do sol. Todas as noites ele se afasta de três a onze km de seu lar habitual.[15] Esse comportamento pode ser apenas sazonal, já que eles são mais diurnos durante o outono e o inverno, como uma resposta à atividade de suas presas, mais ativas durante os meses mais frios.[13]

    O lince-pardo é um animal adaptável. Prefere florestas - decíduas, coníferas ou mistas - mas, diferente das outras espécies de Lynx, não depende exclusivamente de florestas profundas. Pode viver dos pântanos úmidos da Flórida e desertos do Texas às áreas de montanhas rochosas. Nesses casos, cria seu lar perto de áreas agrícolas; se o local tiver aberturas em rochas ou árvores, serão usadas como camuflagem.[26] Para que se estabeleça numa área, é preciso que haja quantidade suficiente de presas, além de outros fatores que influenciam, como oferecer proteção contra tempo severo, bons lugares para repouso e outros em que possam se ocultar para caçar ou fugir caso seja necessário, além de pouco distúrbio.[10] Os territórios da população não parecem ser limitados pelos humanos, enquanto puderem contar com um habitat apropriado; apenas áreas muito grandes e intensamente cultivadas não se adequam.[24] O animal pode inclusive aparecer nos limites das áreas urbanas, se estiverem próximas o b...

    Os linces-pardos adultos têm poucos predadores além do homem, embora eles possam ser mortos em conflitos internos. É possível que suçuaranas e lobos cinzentos matem-nos, algo observado constantemente no Parque Nacional de Yellowstone.[45] Coiotes também já mataram linces-pardos, adultos e filhotes.[46][47][48] Os filhotes são vulneráveis a diversos predadores, incluindo corujas, águias, raposas, assim como outros linces-pardos adultos; quando a presa não é abundante, poucos filhotes conseguem chegar a idade adulta. Doenças, atropelamentos, caça e fome são outras das principais causas de morte. Jovens mostram alto índice de mortalidade pouco depois de deixar as mães, enquanto ainda estão aperfeiçoando suas técnicas de caça. Um estudo feito com quinze desses animais mostrou um índice de sobrevivência para os dois sexos de 0,62, em compatibilidade com outra pesquisa que teve como resultado algo entre 0,56 e 0,67.[49] Há relatos de canibalismo entre adultos quando as presas são poucas,...

    A espécie é listada no Apêndice II da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção (CITES),[51] o que significa que não é considerada ameaçada, mas que a caça e o comércio devem ser bem monitorados. O animal é regulado nos três países em que vive e alguns deles residem em áreas de conservação nos Estados Unidos, o principal deles.[24] A United States Fish and Wildlife Service estimou em 1988 que o número de linces-pardos nos Estados Unidos estava entre 700 mil e um milhão e quinhentos mil, com o aumento de sua distribuição e densidade populacional sugerindo um número ainda maior nos anos seguintes; por essas razões os Estados Unidos solicitou que a CITES removesse a espécie do Apêndice II.[10] A população no Canadá e no México também continua estável e saudável. A União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) a tem listada como uma espécie "pouco preocupante", notando que é relativament...

    Na mitologia norte-americana, a figura do lince-pardo é muitas vezes colocada ao lado da do coiote em um conto sobre dualidade.[54] O Lynx e o coiote são associados com a névoa e o vento, respectivamente — dois elementos que representam opostos no folclore ameríndio. A história, que tem muitas variações, é encontrada nas culturas nativas da América do Norte (com paralelos na América do Sul). Uma versão, contada pelos Nez Perce, por exemplo, retrata as duas espécies como seres antitéticos.[55] No entanto, outra versão os retrata igualmente. Claude Lévi-Strauss argumentou que o antigo conceito de gêmeos que representam opostos é um tema inerente nas mitologias do Novo Mundo, mas que eles não são figuras igualmente balanceadas, o que representa um dualismo com final em aberto ao invés da dualidade simétrica das culturas do Velho Mundo. A noção mais recente então, Lévi-Strauss sugeriu, é resultado do contato regular entre as culturas europeias e nativas. Adicionalmente, a versão encontr...

    Lince-pardo no National Geographic(em inglês)
    Lince-pardo no Museu Nacional de História Natural dos Estados Unidos
    • Nomenclatura Alternativa
    • Demografia
    • de Demarcação Geográfica A Entidade Geopolítica
    • História
    • Línguas Oficiais
    • Política
    • Ver também
    • Ligações Externas

    "Península Ibérica" é o termo atual com que se designa a península. No passado a mesma possuía outras designações, atribuídas pelos diversos povos que a habitaram:[7] 1. Ibéria, (Grego: Ιβηρία) nome grego da Península, com origem no rio Ebro (Ívir); 2. Hispânia, (Latim: Hispania) nome romano da Península, de etimologia ainda em estudo; 3. Al-Andalus, (Árabe: الأندلس) nome árabe dos territórios muçulmanos da Península Ibérica, de etimologia ainda em estudo; 4. Sefarad, (Hebraico: ספרד) nome hebraico atribuído pelos sefarditasà Península.

    Polos urbanos

    De acordo com o Eurostat (2019),[11]as regiões metropolitanas com mais de um milhão de habitantes na Península Ibérica são:

    O termo Hispania (ou Hispaniae, Hispaniarum, Yspania, Spania, Hespanha) continuará a determinar por alguns séculos os habitantes da Península Ibérica e é sem surpresa que a obra Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões menciona os portugueses como "Uma gente fortíssima de Hespanha" (canto I, verso 31), ou "a nobre Espanha" (canto III, verso 17) composta por várias nacionalidades, onde se incluem, entre outras, Castela (atual Espanha) e o Reino lusitano (Portugal) (canto III, versos 19 e 20).[12] O nome "Espanha" é utilizado por Camões de forma puramente geográfica, como sinónimo de "Península Ibérica", um uso comum na época derivado do latim Hispania. Aquando da formação da Monarquia Católica, segundo relata a Crónica dos Reis Católicos de Fernando del Pulgar em 1479, já teria sido colocada a questão quanto ao título dos novos monarcas, tendo sido apreciada a hipótese de poder vir a ser "Reis de Espanha". Concluiu o Conselho Real que não o deveriam fazer porque ainda não controlavam a tota...

    Começou por ser descrita pelos gregos como Ibéria (terra dos iberos), depois pelos romanos por Hispania, continuando a ser alvo de estudo a sua etimologia.[25]

    Na Península Ibérica são faladas sete línguas oficiais: 1. Castelhano - Espanha; 2. Português - Portugal; também cooficial o mirandês (falado principalmente no concelho de Miranda do Douro);[52] 3. Catalão - Andorra; também cooficial na Catalunha; na Comunidade Valenciana utiliza-se o glossónimo valencianopara denominar a variante da língua catalã aí falada. 4. Inglês - Gibraltar. Como segunda língua oficial encontram-se o galego e o basco, nas respetivas comunidades, e na Catalunha também é segunda língua oficial o aranês, falada principalmente no Vale de Aran. Além destas existem algumas línguas não oficiais (asturo-leonês, aragonês e o romani), e algumas com dialetos importantes (por exemplo o andaluz).

    Contenciosos territoriais na Península Ibérica

    Existem atualmente dois contenciosos territoriais na Península: 1. Entre Espanha e o Reino Unido: Gibraltar é conquistada em 1462 pela Coroa de Castela, feito que continua a ser relembrado na sua bandeira atual representando o escudo castelhano. Em 1704 é tomada pelos britânicos no contexto da Guerra da Sucessão Espanhola, sendo ratificada a possessão em 1713 mediante o Tratado de Utrecht que confirma a cessão do território para sempre, sem qualquer exceção ou impedimento.[53] O território é...

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