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  1. O Classicismo na música é caracterizado pela claridade, simetria e equilíbrio, seu período coincidiu com o Iluminismo, que enfatizava a razão e a lógica . Como já foi dito, a "música clássica", propriamente dita, corresponde a um período da história da música, também referido como Classicismo vienense.

    • c. 1170–1310
    • c. 1360–1420
    • c. 1310–1377
    • c. 500–1400
    • Pré-Revolução Dos Cravos
    • Pós-Revolução Dos Cravos
    • Intérpretes de Música de Intervenção em Portugal
    • Música Portuguesa Erudita
    • Filarmónicas
    • Lei Da Rádio
    • Ver também
    • Ligações Externas

    Durante o Estado Novo, a música portuguesa foi muito influenciada pelo concurso televisivo da RTP, o Festival RTP da Canção, com o chamado nacional-cançonetismo de temáticas típicas de ideais do Zé Povinho e da pequena burguesia. Simone de Oliveirafoi um dos nomes paradigmáticos dessa época. No lado político oposto desenvolveu-se a chamada música de intervenção, com o intuito de atacar o Estado Novo e de despertar o povo no sentido da liberdade de expressão: nomes como a Banda do Casaco, Luís Cília, os irmãos Vitorino e Janita Salomé, Sérgio Godinho, José Mário Branco, Tonicha, Zeca Afonso, António Macedo, que foram alguns dos cantores e músicos que pontuaram o esse período marcado pela revolta. Entre uns e outros, Linda de Suza tornar-se-ia na grande "embaixadora" da música portuguesa junto dos emigrantes portugueses em França. No entanto, já desde o final da década de 1950 que se fazia rock em Portugal. Joaquim Costa, Os Babies (de José Cid), Os Conchas e Daniel Bacelarseriam algu...

    Se Amália ainda é o nome mais conhecido na música portuguesa, na década de 1980 surgem bandas seminais para o enriquecimento da cultura musical portuguesa, como por exemplo os Heróis do Mar, os Sétima Legião, os GNR, os Madredeus. O fado evolui com cantores como o Camané ou a Mariza. Surgem a partir de então variadíssimos grupos que cantam em inglês, descaracterizando-se, tal como em muitos outros países. Existem no entanto em Portugal artistas musicais contemporâneos que dão significativos contributos em todos os estilos e formas de música, no rock-canção, como os Ornatos Violeta e os Diabo Na Cruz, na canção pop com os Clã, no Black/Folk/Heavy Metal com os Moonspell, os Hip-Hop, os Xutos & Pontapés, cantando em português, como também o Sam the Kid ou o Valete. Da fusão Rock–Hip-Hop são bom exemplo os Da Weasel. No Soul destaca-se Aurea. No rock e blues, os Wraygunn são um exemplo perfeito e no rock gotico os Noctivagus. Na música de dança, emergem os Buraka Som Sistema. Na música...

    Lista de compositores portugueses de música erudita, indica os principais compositores de Música Erudita, mais popularmente conhecida como Música Clássica, desde a fundação da nação, passando pelo...

    Bandas filarmónicas de Portugal, na história da música portuguesa não se pode esquecer o papel fundamental das bandas filarmónicas. As bandas filarmónicas foram, e ainda o são, as principais respon...

    A Lei nº 7/2006 veio introduzir alterações à Lei da Rádio ( Lei nº 4/2001), nomeadamente a introdução de quotas de música portuguesa. Assim, as rádios passam a ter que incluir na sua emissão um mínimo de 25 a 40% de música portuguesa, a definir em portaria anualmente. Na prática, essa lei é pouco cumprida. A lei, para além de definir o que entende por música portuguesa, exige que 60% seja interpretada na língua portuguesa por cidadãos da União Europeia e que 35% seja música recente, i.e. música com edição anterior a 12 meses. As quotas nas rádios do serviço público, Antena 1, 2 e 3, são definidas no contrato de concessão, nunca inferior a 60% do total da peça musical.

  2. People also ask

    Quais são as características da música clássica?

    Quais são os compositores de música clássica?

    Qual a origem da música clássica ocidental?

    Quais os instrumentos utilizados na música clássica?

  3. Esta lista indica os principais compositores de Música Erudita, mais popularmente conhecida como Música Clássica, de Portugal, desde a fundação da nação, passando pelo criativo século XVI até ao século XXI.

    • Classicismo
    • Características principais
    • Primeira Escola Vienense
    • Leitura Adicional

    Em meados do século XVII, a Europa começou a se mover em direção a um novo estilo de arquitetura, literatura e artes, geralmente conhecido como Classicismo. Este estilo procurou emular os ideais da Antiguidade Clássica, especialmente os da Grécia Clássica.[3] A música clássica usava formalidade e ênfase na ordem e hierarquia, e um estilo "mais claro" e "mais limpo" que usava divisões mais claras entre as partes (notavelmente uma melodia única e clara acompanhada por acordes), contrastes mais brilhantes e "cores de tons" (alcançado pelo uso de mudanças e modulações dinâmicas para mais chaves). Em contraste com a música rica em camadas da era barroca, a música clássica moveu-se para a simplicidade ao invés da complexidade.[3] Além disso, o tamanho típico das orquestrascomeçou a aumentar, dando às orquestras um som mais poderoso. O notável desenvolvimento de idéias na " filosofia natural " já havia se estabelecido na consciência pública. Em particular, a física de Newton foi tomada com...

    No período clássico, o tema consiste em frases com figuras e ritmos melódicos contrastantes. Essas frases são relativamente breves, normalmente com quatro compassos de comprimento e podem ocasionalmente parecer esparsas ou concisas. A textura é principalmente homofônica,[2] com uma melodia clara acima de um acompanhamento de acordes subordinado. Isso contrasta com a prática na música barroca, onde uma peça ou movimento normalmente teria apenas um tema musical, que seria então trabalhado em várias vozes de acordo com os princípios do contraponto, enquanto mantém um ritmo ou métrica consistente por toda parte. Como resultado, a música clássica tende a ter uma textura mais clara e clara do que o barroco. O estilo clássico baseia-se no estilo galant, um estilo musical que enfatiza a elegância leve no lugar da seriedade digna e grandiosidade impressionante do barroco. Estruturalmente, a música clássica geralmente tem uma forma musical clara, com um contraste bem definido entre a tônica e...

    A Primeira Escola Vienense é um nome usado principalmente para se referir a três compositores do período clássico na Viena do final do século XVIII: Haydn, Mozart e Beethoven. Franz Schuberté ocasionalmente adicionado à lista. Em países de língua alemã, o termo Wiener Klassik (lit. era / arte clássica vienense) é usado. Esse termo é frequentemente aplicado de forma mais ampla à era clássica na música como um todo, como um meio de distingui-la de outros períodos que são coloquialmente referidos como clássicos, nomeadamente música barroca e romântica. O termo "Escola Vienense" foi usado pela primeira vez pelo musicólogo austríaco Raphael Georg Kiesewetter em 1834, embora ele contasse apenas com Haydn e Mozart como membros da escola. Outros escritores seguiram o exemplo e, por fim, Beethoven foi adicionado à lista.[4] A designação "primeiro" é adicionada hoje para evitar confusão com a Segunda Escola Vienense. Embora, à parte Schubert, esses compositores certamente se conhecessem (com...

    Downs, Philip G. (1992). Classical Music: The Era of Haydn, Mozart, and Beethoven, 4th vol of Norton Introduction to Music History. W. W. Norton. ISBN 0-393-95191-X(hardcover).
    Grout, Donald Jay; Palisca, Claude V. (1996). A History of Western Music, Fifth Edition. W. W. Norton. ISBN 0-393-96904-5(hardcover).
    Hanning, Barbara Russano; Grout, Donald Jay (1998 rev. 2006). Concise History of Western Music. W. W. Norton. ISBN 0-393-92803-9(hardcover).
    Kennedy, Michael (2006), The Oxford Dictionary of Music, 985 pages, ISBN 0-19-861459-4
    • Características Gerais
    • Construção
    • Execução
    • Ver também
    • Referências

    A sua configuração moderna e desenho foram confeccionados na Espanha. Presente hoje em quase todos os géneros musicais populares, sua abrangência só se compara à do piano. Ao longo do tempo este instrumento sofreu grandes evoluções e, hoje em dia, possui uma grande variedade de formatos e tamanhos, cada qual mais apropriado a um estilo de execução. Entre os géneros que mais utilizam a guitarra clássica estão a música erudita, o flamenco espanhol, a valsa peruana, a cumbia colombiana, o joropo venezuelano, as rancheras mexicanas, a MPB, o samba, o fado português, a modinha, a morna, o choro, a bossa nova, as gaitas, entre outros.

    A guitarra clássica possui diversas características em comum com todas as outras guitarras. A principal diferença em relação às outras é o fato de usar cordas de nylon, a cabeça possui carrilhõesem vez de cravelhas, o braço é mais largo e o tipo de madeiras usadas. A guitarra clássica pode ser eletrificada mediante o uso de microfones externos ou colocados junto às cordas. A figura abaixo mostra as partes de uma guitarra clássica.

    Música clássica

    Este instrumento originou um ramo da música clássica composta por obras escritas especialmente para tirar partido das possibilidades expressivas do violão, geralmente prelúdios, sonatas e concertos, embora qualquer forma de composição musical possa ser utilizada. O violão é tocado sem o uso de palhetas, utilizando-se as unhas (normalmente da mão direita). As unhas devem estar bem polidas para um som mais perfeito. Já Francisco Tárrega, preconiza que o toque seja realizado pela mão direita com...

    Música popular

    Na música popular as guitarras clássicas são utilizadas para acompanhamento do canto e a execução frequentemente é harmônica. Os acordes são montados com a mão esquerda e com os dedos da mão direita ou palhetas, são feitos diversos tipos de ritmos ou arpejos. Alguns géneros musicais permitem a utilização de linhas melódicas em introduções e solos. No jazz podem ser utilizadas técnicas mais elaboradas como o tapping e a execução com harmônicos. Na música popular é comum a amplificação das guit...

    • definição
    • História Da Música
    • Teoria Musical
    • Educação Musical
    • Atuação / Performance
    • Estudo Da Música
    • Ligações Externas

    Definir a música não é tarefa fácil porque apesar de ser intuitivamente conhecida por qualquer pessoa, é difícil encontrar um conceito que abarque todos os significados dessa prática. Mais do que qualquer outra manifestação humana, a música contém e manipula o som e o organiza no tempo. Talvez por essa razão ela esteja sempre fugindo a qualquer definição, pois ao buscá-la, a música já se modificou, já evoluiu. E esse jogo do tempo é simultaneamente físico e emocional. Como "arte do efêmero", a música não pode ser completamente conhecida e por isso é tão difícil enquadrá-la em um conceito simples. A música também pode ser definida como uma forma de linguagem que se utiliza da voz, instrumentos musicais e outros artifícios, para expressar algo a alguém. Um dos poucos consensos é que ela consiste em uma combinação de sons e de silêncios, numa sequência simultânea ou em sequências sucessivas e simultâneas que se desenvolvem ao longo do tempo. Neste sentido, engloba toda combinação de el...

    A história da música é o estudo das origens e evolução da música ao longo do tempo. Como disciplina histórica insere-se na história da arte e no estudo da evolução cultural dos povos. Como disciplina musical, normalmente é uma divisão da musicologia e da teoria musical. Seu estudo, como qualquer área da história é trabalho dos historiadores, porém também é frequentemente realizado pelos musicólogos.[5] Na Idade Média, foi uma disciplina obrigatória do Quadrivium que, junto com o Trívio, compunha a metodologia de ensino das sete Artes liberais.[6] Este termo está popularmente associado à história da música erudita ocidental e frequentemente afirma-se que a história da música se origina na música da Grécia antiga e se desenvolve através de movimentos artísticos associados às grandes eras artísticas de tradição europeia (como a era medieval, renascimento, barroco, classicismo, etc.). Este conceito, no entanto é equivocado, pois essa é apenas a história da música no ocidente. A discipli...

    Teoria musicalé o nome que é dado a qualquer sistema destinado a analisar, compreender e se comunicar a respeito da música. Assim como em qualquer área do conhecimento, a teoria musical possui várias escolas, que podem possuir conceitos divergentes. Sua própria divisão da teoria em áreas de estudo não é consenso, mas de forma geral, qualquer escola possui ao menos: 1. Análise musical, que estuda os elementos do som e estruturas musicais e também as formas musicais. 2. Estética musical, que inclui a divisão da música em gêneros e a Crítica musical. 3. Notação musical.

    Educação musicalé o conjunto de práticas destinadas a transmitir através da vivência musical a teoria e prática da música nas correntes gerações e inclui: 1. Musicalização- métodos destinados a iniciar o estudante na prática ou leitura musical. Há muitos métodos de musicalização, sendo Dalcroze, Kodály, Orff e Suzuki os mais conhecidos; 2. Percepção auditiva- treinamento da percepção rítmica, melódica (relativa a alturas e intervalos), e polifônica (harmônica); 3. Teoria musical - ensino da teoria musical, ritmos, escalas, contraponto, harmonia, melodia e notação musical; 4. História da música; 5. Prática vocal - ensino e treinamento de técnicas vocais. Inclui o canto coral e o canto orfeônico; 6. Prática instrumental- ensino e treinamento de técnicas específicas de cada instrumento de forma grupal e/ou individual; 7. Composição e Regência - Curso voltado para pessoas que gostariam de ser compositores ou regentes, também um curso superior destinado à formação de regentes.

    A música só existe quando executada ou reproduzida, por isso a atuação é seu aspecto mais importante. Enquanto não executada a música é apenas potencial. É na execução que ela se torna um existente. A atuação pode se estender da improvisação de solos às bem organizadas apresentações repletas de rituais, como o moderno concerto clássico, o concerto de rock ou festividades religiosas. O executante é o músico, que pode ser um instrumentista ou cantor.

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