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  1. Em 12 de outubro de 1822, Pedro foi declarado o primeiro imperador do Brasil e coroado D. Pedro I em 1 de dezembro do mesmo ano, fundando, assim, o Império do Brasil. [72] A guerra da independência do Brasil, iniciada ao longo deste processo, propagou-se pelas regiões norte, nordeste e ao sul na província de Cisplatina. [73]

  2. A História do Brasil começa com a chegada dos primeiros humanos na América do Sul há pelo menos 22 000 anos AP. [1] [2] Em fins do século XV, quando do Tratado de Tordesilhas, toda a área hoje conhecida como Brasil era habitada por tribos seminômades que subsistiam da caça, pesca, coleta e agricultura.

    • História
    • Léxico
    • Fonologia
    • Ortografia
    • Gramática
    • Semântica
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    • Ver também
    • Ligações Externas

    Línguas indígenas americanas ou ameríndias

    Antes da chegada dos portugueses, estima-se que cerca de 1.500 línguas diferentes eram faladas no território que veio a ser o Brasil. Essas são agrupadas em famílias, classificadas como pertencentes aos troncos Tupi, Macro-jê e Aruaque. Há famílias, entretanto, que não puderam ser identificadas como relacionadas a nenhum destes troncos. São elas: Karib, Pano, Maku, Yanomami, Mura, Tukano, Katukina, Txapakura, Nambikwara e Guaikuru. Evidentemente, o facto de duas sociedades indígenas americana...

    O português no Brasil

    Com a saída dos holandeses em 1654, o português passou a ser a única "Língua de Estado" do Brasil. No fim do século XVII, os bandeirantes iniciaram a exploração do interior do continente, e descobriram ouro e diamantes. Devido a isso, o número de imigrantes portugueses no Brasil e o número de falantes da Língua Portuguesa no Brasil passaram a aumentar, superando os falantes da língua geral (derivada do tupinambá). Em 17 de agosto de 1758, o Marquês de Pombal instituiu o português como a língu...

    Ainda que o léxico brasileiro seja o mesmo que o do português europeu, existe uma série de regionalismosque podem gerar confusão e desentendimentos entre os falantes das duas variantes. Há ainda as palavras que, apesar de estarem dicionarizadas em ambos os países (Brasil e Portugal), não são utilizadas por um ou por outro, gerando a mesma estranheza quando ouvidas ou lidas por um falante da outra variante.

    Os fonemas usados no português do Brasil são, muitas vezes, diferentes dos usados no português europeu, ou seja, uma mesma palavra tem notação fonética diferente no Brasil da dos outros países lusófonos. Existem vários dialetos dentro do português brasileiro e o europeu, entretanto, dentro de cada padrão, esses dialetos compartilham as mesmas peculiaridades básicas do ponto de vista fonético. O português brasileiro utiliza 34 fonemas, sendo treze vogais, dezenove consoantes e duas semivogais.

    Desde 1945, existiam duas normas ortográficas para o português: uma em vigor no Brasil e outra nos restantes países lusófonos. A maior parte das diferenças diz respeito às consoantes "mudas", que haviam sido eliminadas da escrita no Brasil. Por exemplo, as palavras ação e atual, que em Portugal eram grafadas acção e actual, mas ditas como no PB. Com a implementação do Acordo Ortográfico de 1990, aprovado pela Assembleia da República portuguesa e assinado pelo Presidente da República a 21 de julho de 2008, a maioria das consoantes mudas foram também eliminadas da ortografia oficial do português europeu, restando apenas um número pequeno de palavras que admitem ortografia dupla, geralmente quando a consoante é muda no português europeu, mas pronunciada no português brasileiro (por exemplo, em recepção), ou vice-versa (por exemplo, em facto).

    Afirmação e negação

    O português falado informal raramente usa o advérbio "sim".[carece de fontes?]Geralmente, no lugar dele é preferido o verbo em questão, como no exemplo: 1. — Cê foi na prefeitura? 2. — Fui. É comum se incluir a forma verbal "não é" (ou sua contração "né") no fim de perguntas, com função de ênfase. Por isso é comum responder a perguntas do tipo dizendo-se simplesmente "É". Isso revela uma tendência no português brasileiro de responder não a uma pergunta literal, mas ao que o interlocutor quis...

    Dícticos

    No português europeu, os pronomes demonstrativos têm três formas, correspondentes ao grau de proximidade do falante (isto/isso/aquilo, este/esse/aquele). No português brasileiro, os pares "isto" e "isso" e "este" e "esse" são com frequência usados indiferentemente à norma coloquial (na culta, a regra é a mesma). Na forma falada, fundiram-se na segunda forma.[41] Talvez para desfazer a ambiguidade gerada por essa fusão, é comum que o pronome demonstrativo venha acompanhado de um advérbio que i...

    Artigo definido antes do possessivo

    Em todas as variantes do português, é facultativo o uso de artigo definido antes de pronome possessivo: o meu filho e meu filho são ambos corretos. No entanto, é dito que no Brasil, em comparação a Portugal, há uma preferência maior pela ausência do artigo.[42]

    Muitas palavras, sem perderem o seu significado tradicional, enriqueceram-se com uma ou mais acepções novas no Brasil. Por exemplo, virar também significa transformar-se em e prosa é também utilizado com o sentido de loquaz, conversador ou gabarola.

    De acordo com alguns linguistas brasileiros contemporâneos (Bortoni, Kato, Mattos e Silva, Milton M. Azevedo,[57] Perini[58] e, mais recentemente, e com grande impacto, Bagno[59]), o português brasileiro seria uma língua caracterizada pela diglossia. Essa teoria afirma que há uma forma B, que seria a fórmula vernácula, língua materna de todos os brasileiros, e uma forma A (português brasileiro padrão), adquirido através da escolarização. A forma B representa uma forma simplificada da língua (em termos gramaticais, mas não fonéticos) que poderia ter-se desenvolvido do português do século XVI, com influências ameríndias e africanas, enquanto a forma A seria baseada no português europeu do século XIX(e muito parecida com o português europeu padrão, com diferenças pequenas de ortografia e gramática). Mário A. Perini, linguista brasileiro, chega a comparar a profundidade das diferenças entre as formas A e B do português brasileiro com as das diferenças entre o espanhol padrão e o portugu...

  3. Portugueses são um povo e grupo étnico da Península Ibérica, no sudoeste da Europa. O português é a sua língua, e o catolicismo a religião nominalmente predominante . Geneticamente, os dados apontam para uma fraca diferenciação interna dos portugueses, cuja base é essencialmente continental europeia de origem paleolítica.

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  5. A recusa do regime em descolonizar as províncias ultramarinas resultou no início da guerra colonial, primeiro em Angola (1961) e em seguida na Guiné-Bissau (1963) e em Moçambique (1964). Apesar das críticas de alguns dos mais antigos oficiais do Exército, entre os quais o general António de Spínola , o governo parecia determinado em ...

    • Biografia
    • Contribuições teóricas
    • Legado
    • Honrarias
    • Cátedras
    • Centenário
    • Ligações Externas

    Paulo Reglus Neves Freire nasceu em 19 de setembro de 1921 no Recife, capital do estado brasileiro de Pernambuco.[10] Filho de Joaquim Temístocles Freire, capitão da Polícia Militar de Pernambuco e de Edeltrudes Neves Freire, Dona Tudinha, Paulo teve uma irmã, Stela, e dois irmãos, Armando e Temístocles. A irmã Stela foi professora primária do Estado. Armando, funcionário da prefeitura da cidade do Recife, abandonou os estudos aos 18 anos, não chegou a concluir o curso ginasial. Temístocles entrou para o Exército. Aos dois, Paulo agradece emocionado, em uma de suas entrevistas a Edson Passetti, pois começaram a trabalhar muito jovens, para ajudar na manutenção da casa e possibilitar que Paulo continuasse estudando.[11][12] Sua família fazia parte da classe média, mas Paulo Freire vivenciou a pobreza e a fome na infância durante a depressão de 1929, uma experiência que o levaria a se preocupar com os mais pobres e o ajudaria a construir seu revolucionário método de alfabetização. Por...

    Paulo Freire contribuiu com uma filosofia da educação que veio não só das abordagens mais clássicas decorrentes de Platão, mas também da fenomenologia-existencial, de pensadores marxistas e anticolonialistas modernos. De muitas maneiras a sua obra Pedagogia do Oprimido (1970) pode ser melhor lida como uma extensão, ou de resposta, de Os Condenados da Terra (1961) de Frantz Fanon, que enfatizava a necessidade de dotar as populações nativas com uma educação que era ao mesmo tempo nova e moderna (em vez de tradicional) e anticolonial (e não simplesmente uma extensão da cultura do colonizador). Na Pedagogia do Oprimido (1970), Freire reprisa a distinção entre opressores e oprimidos e diferencia entre as posições em uma sociedade injusta: o opressor e o oprimido. Sua influência mais direta para tal distinção remonta a Hegel, à relação mestre-escravo, expressa na obra Fenomenologia do Espírito.[27] Freire defende que a educação deve permitir que os oprimidos possam recuperar o seu senso d...

    Os principais expoentes de Freire na América do Norte são Henry Giroux, Peter McLaren, Donaldo Macedo, Joe L. Kincheloe, Carlos Alberto Torres, Ira Shor e Shirley R. Steinberg. Um dos textos editados por McLaren, Paulo Freire: A Critical Encounter expõe o impacto de Freire no campo da educação crítica. McLaren também fornece um estudo comparativo entre Freire e o ícone revolucionário argentino Che Guevara. O trabalho de Freire influenciou o movimento chamado "matemática radical" nos Estados Unidos, que enfatiza questões de justiça social e pedagogia crítica como componentes de currículos de matemática.[40] Na África do Sul, as ideias e métodos de Freire foram fundamentais para o Movimento da Consciência Negra (em inglês: Black Consciousness Movement), muitas vezes associado com a figura de Steve Biko, na década de 1970.[41][42] Há um projeto sobre Paulo Freire na Universidade de KwaZulu-Natal em Pietermaritzburg.[43] Em 1991, o Instituto Paulo Freire foi criado em São Paulo para amp...

    Outras honrarias

    1. King Baudouin International Development Prize [en] de 1980, entregue pela Fundação King Baudouin, que tem como objetivo servir a sociedade. Paulo Freire foi a primeira pessoa a receber o prêmio. Ele foi nomeado pelo Dr. Mathew Zachariah, Professor de Educação na Universidade de Calgary;[92] 2. Prêmio William Rainey Harper da Religious Education Association (Associação de Educação Religiosa, em inglês), 1983.[93] 3. Prêmio de Educação para a Paz [en], da UNESCO, 1986;[7] 4. Incluído no Salã...

    As Cátedras Paulo Freire são instituições que preservam a memória e produção da pedagogia de Paulo Freire. Organizam-se com o objetivo de realizar atividades de pesquisa, estudos coletivos (grupos de leitura), cursos de extensão e apresentação de projetos que valorizem a pedagogia crítica, relevante contribuição social, política e pedagógica de Paulo Freire à humanidade, socializando o conhecimento presente no pensamento freireano, que teve no Método Paulo Freire, uma importante contribuição para a educação popular. Pedagogia do Oprimidoe todas as suas obras são preservadas, estudadas e difundidas nas cátedras existentes no Brasil e no mundo.

    Em 2021, Freire completaria 100 anos se estivesse vivo. Diversas homenagens foram realizadas,[97][98] incluindo um doodle do Google.[99]

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